Mesmo que você não trabalhe em uma área em que, essencialmente, seja necessária a fluência na língua inglesa no cotidiano, como trabalhos em multinacionais ou diretamente relacionados ao turismo, dominar esse segundo idioma é fundamental. E existem pelo menos três explicações para isso: a primeira é cultural, a segunda é pragmática e a terceira é cerebral.

Em primeiro lugar, falar outra língua indica que você estudou mais, passou mais tempo se dedicando à sua carreira, tendo, portanto, mais conhecimento e sendo mais apto a determinadas vagas de emprego. Nesse caso, ser fluente em inglês demonstra uma maior qualificação cultural do candidato.

No âmbito pragmático, podemos dizer que a biblioteca virtual é muito maior se acessada em inglês. Existe uma quantidade muito maior de textos, artigos, vídeos e outros materiais de estudo, se procurados em inglês.  Sendo assim, a comunicação não pode ser uma barreira para que você adquira conhecimento.

Por último, a questão cerebral. Já se sabe que utilizamos partes diferentes do cérebro para aprendermos (utilizamos a parte frontal para aprender por meio das emoções, a parte posterior para aprender por meio de imagens, etc), mas quando se trata de aprender outros idiomas, utilizamos o cérebro inteiro. Ou seja, aprender novas línguas exige um maior “esforço” por parte do cérebro, o que faz com que essas pessoas tenham um maior potencial para aprender outras coisas.

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